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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sonic, Tony Hawk, Bomberman e outros não conseguem fazer jogos bons como antigamente!

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Todo produto cultural, por melhor que seja, acaba encontrando vez ou outra sua derrocada. É claro que a queda pode ser temporária, como um “Virtual XI” para o Iron Maiden ou qualquer uma das “obras” de Joel Schumacher para a filmografia do Batman. Mas também existe a famosa “primeira pá de terra”, como “Matrix Reloaded” e “Spaghetti Incident” (Guns ‘n’ Roses).
Naturalmente, o mesmo princípio vale para os video games, embora com algumas variantes. Algumas franquias sofrem com trocas pouco interessantes de produtoras, outras tentam abraçar algo dramaticamente diferente da sua experiência típica de jogo e, finalmente, há também aquelas que simplesmente se desgastam com os anos — nomeadamente, séries como Sonic e Bomberman, embora essa constatação provavelmente corte o coração de muita gente.
De qualquer forma, não são incomuns aqueles momentos em que você para de fronte para um novo título da sua série preferida e fala: “O que foi que aconteceu com a minha série?!”. É uma mecânica a mais — ou a menos. Novo personagem principal que não deveria estar ali, um estilo absolutamente discrepante da marca registrada da franquia e, finalmente, o mais puro descaso de uma publicadora mais interessada em acumular “vil metal” do que em manter o bom nome de uma marca.
Reformulações “geniais”Às vezes o melhor é deixar as coisas como estão
A situação deve ser bastante típica durante a produção de um jogo. Em dado momento, um sujeito particularmente inspirado chega para o responsável pela produção e diz algo mais ou menos assim: “E se nós mudássemos completamente o conceito para trazer novos ares para a franquia?”.
Devil May Cry
Img_normalUm bom exemplo recente desse padrão é o absolutamente controverso DMC: Devil May Cry. Ok, a versão ocidentalizada do Dante nem sequer deu as caras, e provavelmente alguém pode acabar indignado ao encontrar este artigo em um futuro não muito distante. Mas, francamente, a nova estética do herói ainda deve demorar um pouco para descer pela goela dos fãs mais tradicionais.
O diretor criativo da Ninja Theory, Tameem Antoniades, afirmou ao site 1UP.com que “A ideia é tornar Dante legal e fazer com que você ache legal enquanto joga, tanto o combate como o estilo e tudo o mais”.
Então DMC não era legal? Sim, ERA, mas, aparentemente, não é mais. “Você sabe, o que era legal 12 anos atrás — acredito que foi quando o primeiro jogo foi lançado [foi há 9 anos, conforme correção do site VG247.com] — já não é mais legal”. Antoniades acrescenta ainda: “Se Dante, vestido daquela forma [dos jogos antigos], entrasse em qualquer bar fora de Tóquio, as pessoas ririam dele”. Supostamente, porque isso não seria “legal”, certo?
Golden Axe
Golden Axe é um bom exemplo de uma série que começou bem, mas acabou largando pedaços pelo caminho. É claro, mesmo na época dos principais lançamentos para o saudoso Mega Drive (Genesis), já havia quem comparasse o título com um Streets of Rage medieval. Mas não há como negar: jogar Golden Axe 2 ou 3 com um amigo era sempre uma experiência revigorante.
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Mas aí alguém resolveu que o eterno herói de cueca azul e seus dragões deveriam abraçar a nova realidade 3D. O que dizer? A epítome da incursão tridimensional da franquia se deu em Golden Axe: Beast Rider. Enfim, se você ainda não teve o desprazer de jogar, confira a análisecompleta do Baixaki Jogos.
Tony Hawk
Outra franquia que com certeza já teve dias melhores. Ao encarar a prancha plástica e a falta de precisão de Tony Hawk: Ride fica até difícil lembrar que já existiu um Tony Hawk original e, principalmente, que a comunidade gamer já teve à sua disposição algo com a qualidade espantosa de Tony Hawk 2. Ok, as inovações são necessárias para impedir que uma série afunde — a não ser que o título seja da Nintendo, é claro. Mas é de se perguntar: um skate de plástico era realmente necessário? Enfim...
Turok
Turok tem um passado respeitável. Foi um bom título para o Nintendo 64, embora a maior parte dos seres humanos normais não conseguisse avançar muito na história, dada a extrema dificuldade do título. De lá para cá, alguns títulos menos expressivos deram as caras — como uma adaptação para Game Boy Color que talvez seja melhor nem lembrar. A história medíocre e as falhas de texturas do título lançado para a atual geração (Turok) apenas coroou algo que já vinha ocorrendo há algum tempo.
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Final Fantasy
Final Fantasy não é propriamente uma franquia original — a parte do “Final” também acabou perdendo o sentido lá pelo terceiro título. Mesmo assim, é difícil ignorar que a série de Hironobu Sakaguchi lançou a maior parte dos padrões RPGísticos atuais.
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Só que em Final Fantasy XIII alguém parece ter sugerido: “E se FF fosse mais linear?”. Em seguida alguém deve ter acatado, e pronto. Eis um dos RPGs menos RPGs de que se tem conhecimento. Basicamente, a maior parte do título segue por mapas em linha reta, com pouca ou nenhuma variação e missões paralelas raras e simplórias. O resultado final é interessante? Pode ser. Mas sem dúvida acabou se afastando do conceito original.
Castlevania
Img_normalCastlevania teve seus melhores dias enquanto, bem, enquanto ainda era Castlevania. Boa parte da comunidade gamer enxergou no recente esforço da desenvolvedora Mercury Steam algo bastante aproveitável. Só que é impossível não constatar uma boa dose de “mais do mesmo” em Castlevania: Lords of Shadow. Se não, faça o seguinte: jogue qualquer título da série God of War, jogue LoS, e volte aqui para compartilhar as suas impressões. Sem contar que a mecânica que rege o jogo se repete à exaustão.
Mais do mesmoA arte de produzir o mesmo jogo durante vários anos
Alguns franquias acabam descambando por se valer de um modus operandi semelhante ao do ex-vocalista do Black Sabbath Ozzy Osbourne: lançam o mesmo produto ano após ano. Sim, a marca pode ser boa. Mas depois de um tempo acaba cansando.
Dynasty Warriors
Dificilmente alguém conseguiria imaginar algo mais repetitivo que Dynasty Warriors, série de pancadaria comunitária da produtora Koei. De fato, após tantos títulos praticamente idênticos, não é difícil encontrar alguém que se pergunte: “Isso algum dia foi bom?”.
Guitar Hero
A eterna briga entre Guitar Hero e Rock Band tem pendido mais para o lado do segundo por um motivo bastante óbvio: GH praticamente não tem trazido inovações. É verdade que World Touracrescentou uma ou outra mecânica nova. Entretanto, os títulos recentes da série têm se limitado a simplesmente acrescentar uma capa e algumas músicas novas — o que não resiste a uma comparação com a adição de instrumentos reais de Rock Band 3, por exemplo.
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Tenchu
Tenchu provavelmente teve seus melhores dias no PS2. Nomeadamente, com Tenchu 3. Desde então, a série acumulou uma série de títulos praticamente iguais em uma mesmice que culminou no péssimo Tenchu Z — do qual até mesmo o eterno Rikimaru foi sumariamente limado. Enfim, a melhor dica provavelmente seja: revisite Tenchu: Wrath of Heaven (PS2).
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Pro Evolution Soccer
PES é outro exemplo de uma franquia que não exatamente conseguiu suportar a transição para a atual geração de consoles. O legado aqui é dos mais admiráveis. São verdadeiras pedradas, como International Superstar Soccer Deluxe (Super NES) e Winning Eleven 9.
Entretanto, a Konami tem mostrado certas dificuldades para introduzir novidades nas edições mais recentes, que acabam saindo todas muito... Parecidas, por assim dizer — desconsiderando-se, talvez, a jogabilidade de PES 2011 que, entretanto, acabou não agradando muita gente.
Sinal dos temposCondenado pela própria mecânica revolucionária
Mario tem uma prerrogativa das mais invejáveis: ela não é realmente bom em absolutamente nada! Ok, desentupir encanamento exige uma boa dose de habilidades, e nós jamais desmereceríamos isso. Mas, em termos de video game, não há sequer um ponto em que o ícone maior da Nintendo seja particularmente extraordinário. E isso é ótimo.
Img_normalProva disso é a carreira um tanto pedregosa do concorrente direto do encanador, o ouriço Sonic. O emblemático personagem da SEGA era rápido. Absurdamente rápido. Em uma era abarrotada de jogos em plataforma lentos e pouco expressivos, Sonic apareceu em um jogo vertiginosamente dinâmico; um carrinho de montanha-russa sobre um par de tênis vermelhos. Sim, isso foi bom... Mas parece existir um ponto fraco.
Aparentemente, sempre que um personagem é lembrado apenas por um estilo de jogabilidade, o formato pode acabar cansando rapidamente, ou simplesmente sucumbindo diante das necessidades das plataformas emergentes. Outro bom exemplo disso é Bomberman — cujo “tiro no pé” mais certeiro foi o terrível Bomberman: Act Zero. Explodir coisas talvez tenha funcionado bem até a terceira e, quiçá, até a quarta edição.
Em outras palavras, enquanto personagens multifacetados como Zelda ou o já mencionado Mario podem se sair bem em lutas, corridas de kart ou jogos de ação, pouca gente imaginaria um Sonic em um jogo de RPG — não que isso não tenha sido tentado, é claro.
Outro clássico que acabou penando com o passar dos anos foi Contra. Sim, a dupla de irmãos gêmeos armada até os dentes deveria ter sido deixada em paz em algum momento dos anos 90. Não que a franquia não tenha produzido um ou outro título razoavelmente decente ao longo dos anos. Mas, francamente, o NES parece ter ficado com a melhor parte de Contra — se não, dê uma conferida em Neo Contra (PS2).
No fim das contas, um jogo de video game é também um produto cultural que deve zelar pelo bom nome. Só que entre trocas de desenvolvedoras, transições de plataformas ou o bom e velho tempo, algo sempre pode se perder, invariavelmente deixando um gosto amargo na boca dos fãs mais dedicados, de forma que, em algum momento, todos nós chegamos a nos perguntar: “Mas, afinal, o que houve com a minha série?!”.
E você, anda meio desgostoso com as escorregadas da sua produtora favorita? Acha que o novo personagem não tinha nada que se colocado dentro da sua franquia do coração? Comente. Reclame. O Baixaki Jogos quer saber a sua opinião.
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Sonic, Tony Hawk, Bomberman e outros não conseguem fazer jogos bons como antigamente!
Tá dificil de ter boas idéias para continuações atualmente. =/
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Saiba a verdadeira face do RPG! - By Desciclopedia

Ri muito com o desciclopedia! huauahaha




O que é RPG?
RPG (cuja sigla significa: Rjogo de Pdepreciação Gmental – Em nome de Satã) é uma prática religiosa de seitas pagãs surgidas durante a Geração X, onde sacrifícios humanos são feitos. RPG é uma sigla em dialeto Xioux para “Jogo Extremamente Satânico”, assim como JIP (Jogos Indubitavelmente Pagãos), BMP (Bons Monstros não são Satânicos) , ISL (Idade, Sexo e Local onde pratica suas atividades Satânicas), FDP (Filho da Pa…trícia?) e PQP (Casa do Grande Satã). Faz sentido para você? Bom, para mim também não. RPG é um jogo de doido, onde os praticantes vêem monstros que não estão presentes.
Há também algumas variações regionais, tal qual RPG é chamada de “Reunião Para Gays”, mas como é uma seita muito oculta da cidade de Florianópolis, poucos “dados” são encontrados por aí.
Reconhecendo um RPGista
Um jogador de RPG (Reeducação de Postura Global) pode ser facilmente reconhecido pelas camisetas bufantes, togas com temas satanistas e roupas de piratas. Portam sempre punhais de ferro frio com cabo em forma de cabeça de bode, fabricados pela empresa Assassínios em Jogos Ltda., em Uberlândia. Os jogadores de RPG também são amplamente reconhecidos pelo grande consumo de Coca-Cola (A.K.A: “bebida do diabo”), que muitos dizem facilitar o transe demoníaco-nazi-comunista do mal.
  • RPGistas geralmente preenchem seus currículos com bolinhas (Informática •••, Administração ••, Inglês ••, etc.). Alguns preferem adicionar “modificadores de atributo” às perícias, mas muitos deles não têm a mínima idéia do que se trata isso;
  • RPGistas têm costumes peculiares, como por exemplo, tomar Coca-Cola quente com pizza fria. E pior: eles adoram isso;
  • RPGistas têm o costume de passar as noites de sábado enfrentando demônios, matando monstros, enfrentando mortos-vivos e pensando que são grandes guerreiros, magos poderosos ou clérigos devotos a deuses estranhos. O mais triste é que os testes psicológicos não apontam qualquer anomalia nos comportamentos;
  • RPGistas desenvolvem bigodinhos ralos que eles chamam de “Penugem Sagrada do Inferno” (mesmo podendo ser observado o paradoxo nisto), estes tem a função de aderir a restos de pasta de dente ou leite com Toddy do café da manhã;
  • RPGistas geralmente carregam falsificações de guitarras Fender Stratocaster, que eles usam para tocar todas as musicas do Rhapsody of Fire (ou Blind Guardian ou similares) que eles escutam enquanto causam o genocídio de milhares de ratos e ogros lutadores;
  • RPGistas não tomam banho.
Você é um jogador de RPG?
Atualmente, a psicologia moderna já dispõe de estudos que buscam revelar a propensão dos homens a se transformarem em jogadores de RPG (homens, frisem-se, pois mulheres não jogam – as que jogam não são mais bonitas ou menos peludas que qualquer homem, então…).
Assim, são sintomas de um possível jogador de RPG enrustido:
  1. Lia gibis desde a infância, e não acha anormal ter 40 anos e ainda perder tempo pensando no número de Lanternas Verdes que já existiram, ou em quantas vezes o Professor Xavier deixou de e voltou a ser aleijado;
  2. Ter lido dezenas de vezes o livro “O Senhor dos Anéis” ( ter visto os filmes 42 vezes é apenas o básico), e achar que está abafando quando ridiculariza alguém que não saiba o que são Hobbits ou a Terra do Meio;
  3. Ter ficado com no máximo 3 meninas – a vida inteira;
  4. Ser sempre gordo, e usar óculos;
  5. Ter perdido a virgindade com a esposa (por sinal, ela é uma gorda, feia pra caralho), por conseqüência com a primeira (e única) namorada que o infeliz já teve;
  6. Fingir gostar mais de programas “dark”, “originais” ou “introspectivos”, como comer pizzas com outros caras, tomar refrigerante e levar um papo “cabeça”, do que estar onde todo mundo está – na balada;
  7. Achar que manuais de RPG são algo mais do que pseudoliteratura, ver filosofia ou profundidade em bobagens como lobisomens, duendes, magos e saber todos os tipos de licantropos, ou imaginar que alguém dá a mínima para a sua “extensa” cultura – em outras palavras o fato de conhecer todos os clãs de vampiros que autores de manuais de RPG inventaram.
Apelidos típicos de um jogador de RPG
Em geral, os que jogam RPG chamam-se mutuamente de “ô, viado”, “ô… qual o nome do seu personagem mesmo?”, “ô mestre”, etc. Raramente utilizam a nomenclatura “RPGista” deixando este termo para ser utilizado em publicações do gênero.
Segue uma lista exemplificativa de nomes utilizados em mesas de RPG, VERÍDICAS!…
  • Thor, o cara que acha que é deus;
  • Talude, o cara que acha que é mago;
  • Orc, Ogro, Elfo, o cara que acha que veio do Senhor dos Anéis;
  • Legolas, o cara que acha que é um elfo arqueiro (bichona) que também veio do Senhor dos Anéis;
  • Mestre dos Magos, o cara que acha que veio da Caverna do Dragão;
  • Tzimice, o cara que acha que é vampiro;
  • Paladino, o megalomaníaco que acha que vai mudar o mundo;
  • Shido Viciado (em pau), Emos nazistas jogadores de Romãncia (e nada mais);
  • Anônimo, o cara que acha que entende muito de RPG…
  • OP (A.K.A apelão), o cara que acha que é invencível até no mundo real… (muitos acabam mortos).
Exemplos de jogos de RPG
  • GURPS (Gays Urbanos Recheados de Porra Salgada): Bastante flexível e famoso, esse jogo possui um nome baseado no som que uma pessoa emite quando está para vomitar mas engole tudo de volta. Entre as características desse jogo estão o uso obrigatório de cartolas e a torção da canela do perdedor.
  • D&D (Diabos e Demônios): É o menos satânico de todos.
  • AD&D (Adoradores de Diabos e Demônios): Versão aprimorada do D&D, escrita por alunos repetentes da 5º série do Colégio Nossa Senhora da Conceiçãozinha Caiu (no Void).
  • D&D3.0 (Diabos e Demônios 3ºEdição): Versão aprimorada do AD&D, escrita agora por repetentes da 8º série do Colégio Honório Miranda. Considerada uma revolução, pois agora mesmo o mais idiota consegue jogar precisa só saber se comunicar.
  • D&D4.0 (Diabos e Demônios 4ºEdição): Versão aprimorada do D&D 3.0, ainda divulgada apenas em inglês, e sua produção foi feita em algum lugar. Dizem que este foi elaborado depois de uso continuo de entorpecentes, Poderosos e desconhecidos.
Chocante fotografia de um ritual RPGista de sacrificio humano. Em nome de Satã
Chocante fotografia de um ritual RPGista de sacrifício humano. Em nome de Satã
  • Arkanun/Trevas: patrocinado pela Maçonaria, pelos Illuminati e pelos Rosacruzes, com o objetivo secreto de ensinar magias para crianças, é o alvo preferido de ataque dos pastores gordos doidos.
  • Vampiro: Ao contrário do que muitos acham, “Vampiro: A Máscara” não é um RPG, mas uma organização Norte Americana, que tem como fim fazer jovens acreditarem que são vampiros. O que resulta em aparições bizarras como jovens dizendo ser Alucard, Lestat e outros. Mal sabem esses jovens que estão sobre influencia do Diabo, como todo jogador de RPG.
  • Lobisomem: Similar a Vampiro – A Máscara, Lobisomem – O Apocalipse, além de possuir um nome de baixa originalidade e mesma construção frasal, trata-se de uma seita também norte-americana que tem como objetivo induzir os jovens a acreditar que através de rituais satânicos eles podem ser tornar feras de características licantrópicas chamadas lobisomens. Diz a lenda, que tais feras possuiriam quase o mesmo poder de Chuck Norris. Mas todos sabemos que isso não passa de uma lenda (afinal nada é quase tão forte quanto Chuck Norris).

D&D|Dungeons & Dragons

As crianças, goste disso ou não, são prisioneiras de sua imaginação, e um jogo como D&D enche suas cabecinhas e as fazem se sentirem especiais. Muito pouco se sabe do que acontece nos círculos de jovens que jogam RPG, mas um recém-formado decidiu infiltrar-se em um grupo de jogadores, e gravou uma fita de áudio. A fita foi recuperada:

Dungeon Master: Golstep, você entra e se encontra com uma porta ao norte. Você está agora sozinho, parado em uma sala escura, você pode sentir uma energia arcana saindo das pared…
Holy Avenger666: ONDE TÃO OS SALGADINHOS?! (Cheetos)
Dungeon Master: Eles estão bem do seu lado.
Golstep: Eu lanço um feitiço!
Holy Avenger666: ONDE TÁ O GUARANÁ?! (Mountain Dew)
Dungeon Master: Na geladeira!
Golstep: Eu quero lançar um feitiço.
Holy Avenger666: POSSO PEGAR UM GUARANÁ TAMBÉM?!
Dungeon Master: Sim, você pode pegar um guaraná também, vai logo!
Golstep: Dá pra mim lançar qualquer um desses feitiços na lista, né, que tão escritos nela?
Dungeon Master: Sim, qualquer.. você pode lançar qualquer feitiço de nível um…
Holy Avenger666: EU VOU PEGAR UM REFRI TAMBÉM, ALGUÉM QUER?! Ei, Daniel, eu tô na sala aê?
Dungeon Master: Que sala??
Golstep: Eu quero lançar… PROJÉTEIS MÁGICOS! (Cast MAGIC MISSILE!!!!!!!!!!!!)
Holy Avenger666: A SALA EM QUE ELE TÁ LANÇANDO ESSAS MAGIA!!
Dungeon Master: Ele não lançou nada ainda!
Golstep: Lancei sim, se você não escutou eu lancei PROJÉTEIS MÁGICOS!
Dungeon Master: Por que você está lançando Projéteis Mágicos? Não tem nada pra atacar aqui!
Golstep: Hah.. eh.. eu estou atacando a ESCURIDAUM!
Todos: HAHAHAHAHAHAHA! (?)
Dungeon Master: Certo, certo… você ataca a escuridão. Tem um elfo na sua frente.
Golstep: Ooooh!
Har’Daell: Esse sou eu, né?
Dungeon Master: Ele está usando uma… uma… uh, túnica marrom e ele tem cabelos prateados e olhos azuis e…
Har’Daell: Não! Eu não… Eu tenho olhos cinzas.
Dungeon Master: O quê? Deixa eu ver a sua fixa.
Har’Daell: Ela diz que eu tenho olho azul, mas eu decidi que quero ter olho cinza.
Dungeon Master: Que seja! Tudo bem, vocês podem conversar se quiserem.
Golstep: “OI!”
Har’Daell: “OIE”
Golstep: “Eu sou Golstep, feiticeiro da luz”!
Har’Daell: “Então como foi que você lançou Projéteis Mágicos?”
Todos: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! (QUE PORRA E ESSA???)
Dungeons Master: Vocês, vucês tão sendo atacados!!
Holy Avenger666: EU TOU VENDO ISSO ACONTECER???
Dungeon Master: NÃO! Você tá lá fora, na taverna!!
Holy Avenger666: UH, vou ficar bêbado!
Dungeon Master: Ai ai… Tem sete ogros cercando vocês.
Har’Daell: Como eles podem nos cercar, eu lanço Guardião Fiel de Mordenkainen!
Dungeon Master: Não, você não lança nada.
Holy Avenger666: EU TOU FICANDO BÊBADO, TEM MULHER POR AQUI??
HarDaell: EU LANCEI, você me perguntou se eu queria algum equipamento antes dessa missão e eu disse “não, mas preciso de componentes materiais para lançar todos os meus feitiços”, então eu lanço Guardião Fiel de Mordenkainen!
Dungeon Master: Mas na verdade você nunca lançou porcaria nenhuma.
Holy Avenger666: ROLA OS DADOS PRA VER SE EU TOU FICANDO BÊUDO!!!
Dungeon Master: SIM, você está!
Holy Avenger666: Tem alguma mulher por aqui??
Dungeon Master: TEM!
HarDaell: EU LANCEI, eu falei quando você perguntou!
Dungeon Master: Não falou porra nenhuma. Você nem mesmo falou que vai lançar o feitiço nos ogros, ENTENDEU??
Holy Avenger666: OGROS??? MEU, EU TENHO UMA ESPADA ASSASSINA +9 CONTRA OGROS!!!
Dungeon Master: VOCÊ NÃO TÁ LÁ, TÁ FICANDO BÊBADO!!!
Holy Avenger666: TÁ BOM MAS SE TIVER MULHER AQUI EU QUERO TREPAR COM ELAAAAAAAS!!!
Dungeon Master: *Rolando dados* misteriosamente os ogros desaparecem e tudu fica num silencio aterrador mas derrepente aparece Kratos CORRENDO PARA VOCÊS E BALANÇANDO AS BLADES OF CHAOS!!!
HarDaell: HO MY GOD!!!!! ROLA OS DADOS ROLA OS DADOS PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!
Dungeon Master: Anh… Deu 1500986598760896, você morreu!

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